A diretora de uma escola municipal cívico-militar em Jardim compareceu à delegacia para registrar uma série de incidentes envolvendo a genitora de quatro alunos da instituição.
No dia 27 de março de 2026, por volta das 10h, a genitora chegou à Escola Municipal Cívico-Militar Major Alberto Rodrigues da Costa, localizada no bairro Jardim Panorama, e adentrou o local de forma abrupta e exaltada. Ela empurrou uma funcionária readaptada, responsável pelo controle de entrada e saída no portão principal.
Em seguida, a mulher dirigiu-se à secretaria da escola, onde proferiu ofensas verbais contra a secretária. As agressões, presenciadas pela funcionária anteriormente empurrada, teriam sido motivadas por suposto descontentamento com o não atendimento de uma solicitação via aplicativo de mensagens para a emissão de uma declaração escolar de um de seus filhos.
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O fato foi presenciado pela funcionária readaptada.
Em 23 de abril de 2026, por volta das 09h40, a mesma genitora retornou à unidade escolar. A convocação havia sido feita por um monitor da instituição para que ela prestasse esclarecimentos sobre a ausência de um de seus filhos em uma prova bimestral de matemática.
A mulher chegou visivelmente alterada, afirmando não ter tempo para comparecer à escola e alegando que o filho não realizou a prova devido a uma dor de barriga, mas recusando-se a levá-lo ao atendimento médico.
Durante a conversa com a Coordenadora Pedagógica, a genitora reiterou que não levaria o filho ao médico e que ele realizaria a prova, passando, em seguida, a ofender a coordenadora.
INCOMPETENTE
Consta que o fato foi registrado em ata administrativa interna da escola e presenciado pela mesma funcionária readaptada que presenciou o incidente anterior. A diretora da escola tomou ciência dos fatos posteriormente e compareceu à delegacia para o registro da ocorrência e as providências cabíveis.